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Ecobiotech lança armadilha sem veneno para monitoramento de escorpiões
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Divulgação Supera Parque
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Startup instalada no SUPERA Parque desenvolveu a SCORPFEM: solução com captura e monitoramento técnico do escorpião-amarelo

A Ecobiotech, startup incubada no SUPERA Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto, lançou a SCORPFEM, armadilha profissional voltada à captura e ao monitoramento de escorpiões. A solução foi criada para auxiliar ações técnicas em residências, condomínios, áreas urbanas e rurais, empresas, indústrias, comércios e locais com histórico de avistamento desses animais.

O principal diferencial do produto é o Bioindutor Atrativo Alimentar SCORPFEM, desenvolvido para induzir o comportamento de forrageamento do escorpião e direcioná-lo à armadilha adesiva. A tecnologia tem foco no monitoramento do escorpião-amarelo, Tityus serrulatus, espécie de relevância em saúde pública no Brasil.

De acordo com informações técnicas da Ecobiotech, os escorpiões possuem um sistema quimiorreceptor altamente especializado, capaz de detectar compostos químicos a distâncias consideráveis. A sensibilidade e o raio de detecção variam conforme a espécie e as condições do ambiente. Para o Tityus serrulatus, testes de campo indicam eficácia com armadilhas posicionadas em um raio de até 5 metros lineares dos focos de infestação ou pontos de avistamento em áreas externas.

Em ambientes internos, esse alcance pode ser reduzido por interferência de odores competitivos, vibrações, circulação de pessoas e luminosidade. Além do atrativo alimentar, a SCORPFEM conta com abrigo de baixa luminosidade, projetado para o hábito noturno do T. serrulatus, favorecendo a entrada do animal na armadilha.

Segundo dados do Painel Epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgados pelo Instituto Butantan, o Brasil registrou 225.695 casos de picadas por escorpiões em 2025. O aracnídeo respondeu por mais de 65% dos acidentes com animais peçonhentos no período, superando ocorrências envolvendo serpentes e aranhas.

Segundo a Dra. Thaís Maester, Diretora de P&D da Ecobiotech, o avanço dos acidentes reforça a necessidade de estratégias preventivas e contínuas de monitoramento.

“O escorpião-amarelo se tornou um problema de saúde pública diretamente ligado ao crescimento urbano. Entulhos, acúmulo de lixo e a presença de baratas, que são o principal alimento da espécie, criam condições favoráveis para a proliferação. Apenas eliminar um animal encontrado não é suficiente. É preciso monitorar a dimensão real da infestação para agir de forma mais eficiente”, afirma a Dra. Thaís Maester.

A SCORPFEM é uma solução 100% sem veneno, indicada para áreas verdes, jardins, ambientes internos e externos com histórico de avistamento, paredes e muros, ralos, caixas de esgoto, caixas de gordura, salas de equipamentos e manutenção, garagens e depósitos. O produto também pode ser utilizado como ferramenta de Manejo Integrado de Pragas (MIP).

Os kits disponibilizados contêm armadilhas SCORPFEM com abrigo, sachês do Bioindutor Atrativo Alimentar SCORPFEM e refis de cola adesiva de alta retenção. Entre os benefícios apontados pela empresa estão o apoio ao monitoramento técnico, a possibilidade de quantificar a presença e o nível de infestação, a instalação rápida, o descarte simplificado e a segurança para crianças, pets e meio ambiente, por não utilizar veneno.

“Nenhuma ferramenta isolada resolve o problema. O controle do escorpião-amarelo exige um conjunto de medidas integradas. A SCORPFEM entra nesse processo como uma ferramenta técnica para captura e monitoramento, permitindo identificar focos e orientar ações mais direcionadas”, explica a Dra. Thaís Maester.

Fundada em 2016, a Ecobiotech está instalada no SUPERA Parque, e atua no desenvolvimento de soluções biotecnológicas inovadoras de baixo impacto ambiental. A empresa combina inteligência laboratorial e bioinformática para atuar na prevenção e tratamento de efluentes por meio de microrganismos e enzimas, além de desenvolver bioinsumos de alta eficiência para a agricultura e tecnologias para o controle ecológico de pragas.

Sobre o SUPERA Parque
O SUPERA Parque, fruto de um convênio entre a Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e a Universidade de São Paulo, possui ao todo 94 empresas instaladas, sendo 59 delas na SUPERA Incubadora de Empresas de Base Tecnológica e 35 empreendimentos distribuídos entre centros empresariais e loteamento. O Parque Tecnológico está em expansão com a urbanização de novos lotes para instalação de empresas e a construção do Health to Business Center, prédio fruto de parceria com a FINEP e que contará com laboratórios compartilhados, espaços corporativos e auditório. Outras informações sobre o Parque Tecnológico estão disponíveis no site: http://superaparque.com.br/.

Editorias: Ciência e Tecnologia  Ecologia e Meio ambiente  Industria  
Tipo: Pauta  Data Publicação: 09/06/26
Fonte do release
Empresa: AIS COMUNICAÇÃO E ESTRATEGIA  
Contato: Ligia Gabrielli  
Telefone: 41-30537228-

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