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Consumo de alimentos ultraprocessados está associado a doenças crônicas, indica pesquisa
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Consumo de alimentos ultraprocessados está associado a doenças crônicas, indica pesquisa
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Artigo com participação de docente da Unifesp integra série da The Lancet
Uma pesquisa internacional publicada pela The Lancet, com participação do docente Leandro Rezende, do Departamento de Medicina Preventiva da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) - Campus São Paulo, reuniu evidências científicas que associam o maior consumo de alimentos ultraprocessados ao aumento do risco de doenças crônicas não transmissíveis, como obesidade, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.
O docente integra o primeiro artigo da série Alimentos Ultraprocessados e Saúde Humana, que sintetiza resultados de revisões narrativas, revisões sistemáticas, meta-análises e estudos epidemiológicos conduzidos em diferentes países. O estudo parte da tese central de que a substituição de padrões alimentares tradicionais, baseados em alimentos in natura e minimamente processados, por dietas com alta participação de alimentos ultraprocessados constitui um determinante relevante para o crescimento das doenças crônicas relacionadas à alimentação.
A análise testou três hipóteses principais: que o aumento do consumo de ultraprocessados reduz a ingestão de alimentos mais saudáveis; que esse padrão alimentar deteriora a qualidade da dieta, com maior ingestão calórica e ganho de peso; e que o consumo frequente desses produtos amplia o risco de diferentes doenças crônicas. De acordo com os autores, as evidências avaliadas confirmam essas hipóteses em distintos contextos populacionais.
Os pesquisadores apontam que os impactos observados não se restringem ao perfil nutricional dos produtos, mas estão relacionados ao grau e ao propósito do processamento industrial.
A série adota a classificação Nova, que categoriza os alimentos em quatro grupos de acordo com o propósito e o nível de processamento: alimentos in natura e minimamente processados; ingredientes culinários processados; alimentos processados; e alimentos ultraprocessados. Essa abordagem, desenvolvida no Brasil, fundamenta a referência internacional para a formulação de políticas públicas de alimentação e nutrição.
Segundo o pesquisador Leandro Rezende, a principal contribuição do estudo está na consolidação das evidências científicas disponíveis sobre o tema.“O artigo reúne e avalia criticamente estudos de diferentes desenhos epidemiológicos para examinar a relação entre o consumo de alimentos ultraprocessados e desfechos em saúde. A síntese dessas evidências aponta associações consistentes que precisam ser consideradas no debate científico e nas políticas públicas”, afirma.
A participação do docente da Unifesp integra um esforço internacional que busca qualificar o debate sobre alimentação, saúde e políticas públicas diante da expansão global do consumo de alimentos ultraprocessados.

Editorias: Gastronomia  Saúde  
Tipo: Pauta  Data Publicação: 19/01/26
Fonte do release
Empresa: AIS COMUNICAÇÃO E ESTRATEGIA  
Contato: Ligia Gabrielli  
Telefone: 41-30537228-

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