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A tecnologia e as tendências de conveniência para o varejo
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A tecnologia e as tendências de conveniência para o varejo
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*Por Arthur Igreja

Os Millennials estão mudando a economia. O excesso de atividades no dia a dia compromete a maneira em que estamos comprando e nos relacionando com as marcas, tornando as relações comerciais mais ágeis e dinâmicas. Tempo virou moeda de troca para quem divide a rotina com o trabalho, aprimoração intelectual, vida social e trânsito. Segundo pesquisa da Kantar IBOPE, 74% dos consumidores do Brasil priorizam a energia física e emocional que está envolvida na experiência da compra, seguido pelo tempo consumido no ato da compra (47%) e dinheiro gasto (46%).

Historicamente, o varejo sofre profundas mudanças a cada três ou quatro décadas, e é fato que as revoluções tecnológicas, apesar de favorecer diversos setores, obriga o comércio tradicional a enfrentar os maiores desafios para transformar o modelo de negócios e torná-lo relevante para os consumidores que estão chegando, os chamados ‘superconsumidores’. No estudo do Brasil Food Trends 2020, da FIESP em parceria com o Instituto de Tecnologia de Alimentos, 78% das pessoas analisadas citam conveniência e praticidade como uma das principais tendências globais relacionadas ao consumo alimentar.
No meu livro “Conveniência é o nome do negócio”, publicado pela editora Planeta, aponto 4 dicas para reduzir o atrito, facilitar a negociação com o cliente ofertando conveniências nas dores do mercado:

1 – Individualidade: capacidade das empresas interessarem em demandas únicas, personalizando o produto para o usuário.

2 – Diminuição da fricção: o atributo que pode causar mais impacto negativo na fluidez do negócio, é toda burocracia, ou coisa parecida, que o consumidor enfrenta. É definida por todos os momentos em que o usuário é interrompido no curso de conectar ponto A com ponto B. Um consultório, por exemplo, que não oferta máquina de cartão como forma de pagamento para os clientes, faz com que o paciente precise tirar dinheiro em um caixa eletrônico para pagar a consulta aumentando os passos para o objetivo final, ou seja, o indivíduo vai precisar pegar o carro, estacionar, pagar a Zona Azul ou o estacionamento, pegar fila, tirar o dinheiro e voltar para o carro, consumindo o tempo que poderia ser gasto com qualidade de vida.

3 - Delivery: acredite, esse conceito vai muito além da entrega de comida na sua casa. Leva a empresa até o consumidor, aproximando a marca e ofertando comodidade, é um dos principais passos da conveniência.

4 - Acesso: estar disponível quando o cliente precisa. Conseguir ser digital para ampliar o atendimento, as pessoas estão trabalhando e convivendo em horários muito diferentes do que conviviam no passado.

*Arthur Igreja é TEDx speaker, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), especialista em Inovação, Gestão, Empreendedorismo e Tecnologia. Masters em International Business pela Georgetown University (EUA), Masters of Business Administration pela ESADE (Espanha) e Mestrado Executivo em Gestão Empresarial pela FGV. Pós-MBA e MBA pela FGV. Certificações executivas em Harvard e Cambridge. Atuação profissional em mais de 25 países

Editorias: Economia  Negócios  
Tipo: Artigo  Data Publicação:
Fonte do release
Empresa: Maíra Telles  
Contato: Maíra Telles  
Telefone: --

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