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Varejo contabiliza perdas de R$ 22,5 bilhões; tecnologia é cada vez mais fundamental
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Sugestão de Pauta: Varejo l Tecnologia l Prevenção de Perdas l Empresas

COM PERDAS DE R$ 22,5 BILHÕES, VAREJO PRECISA INVESTIR EM TECNOLOGIA PARA AMPLIAR GANHOS

• Em um mercado que age com margens apertadas, as empresas devem adotar soluções que facilitem as operações e aumentem os lucros
• Com gestão de processos, equipes engajadas e boas tecnologias, os varejistas podem reduzir as perdas em até 80%, diz Adriano Sambugaro
• Varejistas têm à disposição no mercado uma série de tecnologias que buscam reduzir perdas no PDV e inibir ações de meliantes

Setembro de 2020 – As perdas são, verdadeiramente, as “pedras no sapato” para a sobrevivência e o crescimento dos varejistas. Só no ano passado, como aponta a 3ª Pesquisa Abrappe de Perdas no Varejo, divulgada no dia 24 de setembro pela Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe), o índice médio das perdas foi de 1,36%, que representa em valores uma soma astronômica de R$ 22,44 bilhões do varejo restrito que, segundo estimativas da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), movimentou R$ 1,65 trilhão em 2019. Setores como o de supermercados convencionais (2,03%), perfumarias (1,99%), lojas de departamento (1,36%) e farmácias e drogarias (1,23%) sofrem muito na lucratividade de seus negócios com as perdas, sejam elas identificadas ou não-identificadas.

Em um mercado tão competitivo, mutável e que age com margens muito apertadas como o varejo, as empresas precisam adotar soluções que facilitem suas operações e aumentem os lucros. “Os varejistas que utilizam a tecnologia estão sempre na frente e conseguem ampliar resultados e diminuir as perdas, aproveitando da melhor forma o potencial de seu negócio”, afirma Adriano Sambugaro, diretor de Marketing e Vendas da Gunnebo (http://www.gunnebo.com.br), empresa de origem sueca e referência na proteção eletrônica para o varejo.

Para reverter esse cenário de perdas, que é amplamente dominado no varejo em geral por quebras operacionais (36%), furtos externos (24%) e furtos internos (13%), como aponta a Abrappe, Sambugaro reforça que, além da tecnologia, é preciso o varejista adotar processos eficientes de gestão e promover o engajamento das equipes de trabalho. Com isso, as perdas podem diminuir em até 80%. “Um ponto de venda pode parecer rentável, mas se não tiver a medição correta de perda, no lugar de lucro o varejista pode ter prejuízo”, argumenta o executivo.
Tecnologias indispensáveis ao varejo – Sambugaro diz que a tecnologia deve ser atualizada, compatível com o nível do negócio, de origem confiável e de razoável custo-benefício favorável ao empreendimento. Ele lembra, por exemplo, que a frente de caixa é um dos pontos mais sensíveis da operação de uma loja. Dados não oficiais apontam que essa área é responsável por até 30% das perdas.
Com o Gatecash, por exemplo, o varejista diminui as fraudes (cancelamentos de cupons indevidos, descontos irregulares e aberturas excessivas de gaveta) no PDV, além de minimizar os erros operacionais e até mesmo as falhas de inventário. Ele é uma ferramenta que disponibiliza análises de vídeos por meio de um avançado algoritmo que identifica automaticamente se o consumidor registrou alguma operação suspeita ou o colaborador cometeu uma fraude ou erro operacional.
Proteção e vendas - Os sistemas antifurtos permitem resultados eficientes no combate aos furtos e, uma vez utilizados de forma integrada, aumentam mais o nível de prevenção de perdas. A tecnologia EAS Inteligente da Gunnebo, por exemplo, possibilita ao varejista extrair dados importantes através de dashboards e, por meio deles, analisar o tempo de funcionamento dos equipamentos, quantidade de alarmes e de etiquetas desativadas, promover comparativos entre filiais ou análise de dados para correções da operação.
Ao investir em prevenção de perdas, os produtos com potencial de vendas, especialmente os de alto valor agregado, não precisam ficar confinados ou escondidos na loja. Com as soluções como cadeados eletrônicos e protetores acrílicos, eles podem ser melhores expostos e com o mínimo risco de perdas, melhorando as vendas. “Os cadeados proporcionam uma exposição atraente, interação e degustação do cliente com os produtos, como os eletroeletrônicos e os aparelhos de telefones celulares nas lojas de departamento”, afirma Sambugaro.
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SOBRE A GUNNEBO (http://www.gunnebo.com.br) 
Com sede na Suécia, e presente em 28 países, a Gunnebo destaca-se no Brasil como fornecedora de equipamentos de proteção eletrônica para o varejo (antenas, etiquetas, cadeados, CFTV e acessórios), além de ser uma referência em soluções de tecnologia para performance de loja (contadores de fluxo, cofres inteligentes, monitoramento de PDV e transferência de mercadorias) que contribuem para melhorar a gestão e os resultados das companhias da indústria e do varejo. A empresa, certificada com a ISO 9001 na categoria Produtos e Serviços, atende redes varejistas em todo o país, como Carrefour, GPA, Sonda, Atacadão, Grupo Muffato, Rede Koch, Grupo Super Nosso, Coop, C&A, Riachuelo, Marisa, Centauro, RaiaDrogasil, Lojas Americanas, Magazine Luiza, etc. 
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 ASSESSORIA DE IMPRENSA DA GUNNEBO BRASIL 
Core Group (http://www.coregroup.com.br) 
Sandra Takata (sandra@coregroup.com.br) – Tel. (11) 2832-5507 
Helder Horikawa (helder@coregroup.com.br) – Tel. (11) 2832-5511 

Editorias: Negócios  Serviços  
Tipo: Pauta  Data Publicação:
Fonte do release
Empresa: Core Group  
Contato: Helder  
Telefone: 11-28325511-

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