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Prêmio Empreendedor Social anuncia finalistas da edição 2018; votação da categoria Escolha do Leitor está aberta
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- A 14ª edição do concurso mais importante e respeitado da América Latina, o Prêmio Empreendedor Social tem como finalistas Rodrigo Pipponzi e Roberta Faria (Editora MOL); Luke Dowdney (Luta pela Paz); e Pedro Paulo Diniz (Fazenda da Toca). No Prêmio Folha Empreendedor Social de Futuro, os concorrentes são Júlia Fernandes de Carvalho (Fast Food da Política); Victor Castello Branco e André Biselli (Ecolivery Courrieros); e Raphael Mayer e Mathieu Anduze (Simbiose Social).

- A Folha de S.Paulo anuncia, também, a abertura da votação da categoria
Escolha do Leitor – que vai até 8 de novembro, às 18 horas. O eleito pelo voto dos internautas será conhecido na cerimônia de premiação, em 12 de novembro, no Teatro Porto Seguro, em São Paulo. Na categoria – que conta com o patrocínio da Fundação Banco do Brasil –, os seis finalistas competem entre si.
Para votar, acesse folha.com/escolhadoleitor2018


São Paulo, 2 de outubro de 2018 – Rodrigo Pipponzi e Roberta Faria; Luke Dowdney; e Pedro Paulo Diniz, fundadores e gestores, respectivamente, da Editora Mol, Luta pela Paz e Fazenda da Toca são os finalistas da 14ª edição do Prêmio Empreendedor Social, realizado pela Folha de S.Paulo em parceria com a Fundação Schwab. Os finalistas do Prêmio Empreendedor Social de Futuro – que premia empreendedores com até 35 anos – são Júlia Fernandes de Carvalho; Victor Castello Branco e André Biselli; e Raphael Mayer e Mathieau Anduze, empreendedores da Fast Food da Política, Ecolivery Courrieros e Simbiose Social. Inovadores, os seis empreendedores têm em comum a atuação no ecossistema de impacto social e o genuíno interesse em desenvolver soluções e projetos para a melhoria do Brasil. Os vencedores serão conhecidos em 12 de novembro, no evento de premiação que será realizado no Teatro Porto Seguro, em São Paulo.

Com o anúncio dos seis finalistas, a Folha de S.Paulo abre também o processo de votação da categoria Escolha do Leitor. Na prática, além das principais – Prêmio Empreendedor Social e Prêmio Empreendedor Social de Futuro – os seis concorrentes disputam entre si o troféu Escolha do Leitor, cujo objetivo é aumentar a interação entre os leitores do Grupo Folha e os líderes socioambientais mais inovadores do país, ampliando a visibilidade dos projetos. A votação está aberta até 8 de novembro e pode ser feita no link folha.com/escolhadoleitor2018

A Folha realiza a premiação desde 2005 em parceria com a Fundação Schwab, uma das comunidades do Fórum Econômico Mundial, que celebrou seus 20 anos na semana passada em Nova York. “Há 14 anos, a Folha faz parte desta história, como parceira que seleciona os brasileiros que vão fazer parte de uma rede internacional que promove o empreendedorismo social em todo o mundo”, afirma Maria Cristina Frias, diretora de Redação do jornal. “Brasileiros que criaram soluções inovadoras em educação, saúde, ambiente, inclusão e desenvolvimento humano.\"

O mais novo integrante da Rede Schwab é Valdeci Ferreira, vencedor do Empreendedor Social 2017 pelo seu trabalho à frente da Fbac (Fraternidade Brasileira de Apoio aos Condenados), que se uniu a outros 18 brasileiros em uma comunidade de mais de 300 líder de projetos sociais e negócios de impacto ao redor do mundo. “Em sua diversidade, os finalistas de 2018 propõem soluções para um Brasil que precisa ser mais sustentável no campo e na cidade, combater a violência contra jovens, reforçar a cultura de doação, ser mais eficiente no direcionamento de recursos públicos e entender melhor a política e exercitar cidadania”, afirma Sérgio Dávila, editor-executivo da Folha, ao sintetizar o foco de atuação das seis iniciativas que concorrem nesta edição.

Criada pela Folha de S. Paulo e Fundação Schwab, a premiação reconhece iniciativas em áreas como Educação, Saúde, Tecnologia Assistiva, e Meio Ambiente. Vencedores e finalistas dos concursos terão acesso a benefícios que totalizam R$ 350 mil. As seis iniciativas foram selecionadas entre 160 inscritos.

Sobre a premiação
O Prêmio Empreendedor Social tem o objetivo de selecionar, premiar e fomentar os líderes socioambientais mais empreendedores do Brasil, que desenvolvam há mais de três anos iniciativas inovadoras, sustentáveis e com comprovado impacto socioambiental. Além da projeção nacional e internacionalmente dos líderes selecionados, a Folha de S. Paulo e a Fundação Schwab – correalizadora do Fórum Econômico Mundial de Davos e idealizadora da premiação no mundo – oferecem um alto nível de qualificação e networking, viabilizando aos premiados a conquista de maiores e melhores indicadores em sustentabilidade, impacto social direto e indireto, influência em políticas públicas e escalabilidade para seus projetos. Desde a criação, em 2005, contou com 2.822 inscritos de todo o Brasil, um recorde da premiação no mundo.

O Folha Empreendedor Social de Futuro, por sua vez, é dedicado aos líderes sociais de até 35 anos que estão à frente de iniciativas mais recentes, com um a três anos de atuação. Criada pela Folha de S.Paulo em 2009, essa premiação utiliza os mesmos parâmetros internacionais da Schwab para avaliar e contemplar propostas inovadoras que ainda precisam de visibilidade e de capacitação para aumentar sua atuação e influência.

O Prêmio Empreendedor Social tem patrocínio de Coca-Cola e IEL (Instituto Euvaldo Lodi) – iniciativa da Confederação Nacional da Indústria. Conta com apoio do Instituto C&A e Instituto Porto Seguro, além da parceria estratégica da ESPM, Fundação Dom Cabral, Insper e UOL.


FINALISTAS DA EDIÇÃO 2018 | PRÊMIO EMPREENDEDOR SOCIAL

MOL | Editora de impacto social que desenvolve produtos impressos com preços abaixo do mercado, a MOL reverte parte do valor com a venda para organizações sociais no Brasil. As publicações – revistas, livros, calendários, guias – apresentam sempre conteúdos positivos e engajadores, trazendo histórias reais de superação, com foco no jornalismo para a cidadania, na promoção dos direitos humanos e na qualidade de vida. Fundada em 2008, em São Paulo, por Rodrigo Pipponzi e Roberta Faria, a editora usa a força do varejo para distribuir produtos e possui parcerias com grandes redes que vendem suas publicações ao consumidor final. O volume e a capilaridade dos varejistas, fomenta a cultura de doação no Brasil. Por meio de microdoações individuais, o consumidor adquire um conteúdo e contribui para uma instituição, uma causa; além disso, a Mol expõe de forma clara ao cliente o destino do valor doado. Cada livro e revista contêm as informações sobre o custo de produção, o montante dos impostos pagos e o percentual doado às organizações selecionadas.

Com mais três sócios – Cláudia Inoue, diretora de criação; Dilson Branco, diretor editorial; e Artur Louback, diretor de operações; e uma equipe de 18 colaboradores – a editora produziu 13 milhões de exemplares e doou mais R$ 25 milhões a 39 instituições, que trabalham com causas como saúde, empoderamento feminino, educação e meio ambiente. Atualmente são 18 títulos registrados, cujo valor unitário vai de R$ 4,20 a R$ 7,20, e sete projetos ativos, em que os parceiros são Droga Raia, Drogasil, Ri Happy, Pandora, Petz, PB Kids e Óticas Carol. A parceria mais antiga e de maior sucesso é com a Droga Raia, rede de farmácias que distribui a revista Sorria. Com tiragem de 240 mil exemplares por bimestre, a publicação avulsa é a mais vendida hoje no Brasil; com a Sorria, já foram doados, desde 2008, quase R$ 14 milhões ao Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (Graacc) e cerca de R$ 5 milhões ao Instituto Ayrton Senna, além de recursos para um edital que beneficia mais de dez instituições de saúde.

LUTA PELA PAZ | Organização que atua na prevenção à violência armada em comunidades afetadas pela criminalidade e na reinserção social de egressos do tráfico de drogas – adotando abordagem holística de atividades e serviços integrados nas áreas de esporte, educação, empregabilidade, serviços sociais e protagonismo juvenil – a Luta pela Paz é um projeto idealizado pelo ex-atleta de boxe e antropólogo britânico Luke Dowdney. Em 1995, quando concluía o mestrado em Antropologia Social pela Universidade de Edimburgo (Escócia), Dowdney escolheu focar a tese no estudo da violência sofrida por crianças moradoras de rua no Recife. Em 1997, começou a trabalhar como voluntário da ONG Viva Rio; em 2000, decidiu fundar a Luta Pela Paz.

Baseado na ideia de que o desenvolvimento pessoal gera impactos positivos, o projeto utiliza a metodologia denominada Cinco Pilares, que envolve prática de boxe e artes marciais, programas de educação formal, de emprego, de formação de lideranças e apoio social e psicológico. As ações servem como ferramentas para engajar os jovens e combater a violência armada. Assim, os esportes de luta são levados para dentro da favela para criar referências positivas, vínculos, disciplina, desenvolver habilidades, construção de cidadania e valores para a vida, atraindo jovens que estão fora do radar de políticas públicas. A metodologia é testada, avaliada e aprimorada constantemente nas academias de boxe em locais de alta vulnerabilidade social. A primeira delas surgiu em 2000, na Maré – complexo de favelas do Rio de Janeiro, que abriga 16 comunidades e 140 mil moradores. Em 2007, a partir da experiência carioca, Dowdney criou a franquia Luta Pela Paz Reino Unido, em Newham, na região leste de Londres. Cerca de 3.000 jovens passam pelo projeto por ano no Rio de Janeiro e na capital britânica. Como parte da proposta de financiar a organização, Luke Dowdney fundou a marca LUTA Sportwear – a primeira a usar o conceito de roupa esportiva em prol da transformação social; como CEO, doava metade dos lucros do negócio de impacto social para a Luta pela Paz. Em 2014, ele vendeu a marca para a Reebok. Os princípios de atuação da ONG brasileira foram replicados por mais de 160 organizações sociais em 26 países e impactaram a vida de mais de 250 mil jovens pelo mundo.

FAZENDA DA TOCA | Primeiro empreendimento rural certificado como B-Corp no mundo, a Fazenda da Toca tem se consolidado como negócio de impacto socioambiental que agrega produção em larga escala de ovos orgânicos – no qual detém 48% do mercado brasileiro – e de sistemas agroflorestais na produção de cítricos, grãos, eucalipto, alimentos e frutas. Ao longo da última década, os 2.300 hectares em Itirapina, cidade a 217 km de São Paulo, tornaram-se uma incubadora de modelo inovador de agricultura que imita a natureza. Na prática, adota a lógica da floresta, reunindo na mesma área o plantio de diferentes culturas, regenera o solo e abole o uso de agrotóxicos ao propiciar o controle biológico de pragas. Desde 2005, Pedro Paulo Diniz, herdeiro de um dos mais ricos e influentes empresários do Brasil, assumiu a administração da propriedade que pertence à a família desde 1970. Ele é o mentor da produção de alimentos orgânicos com o propósito de conectar e cocriar iniciativas no setor agropecuário que regenerem o ambiente.

A Fazenda da Toca passou a gerar conhecimento aberto a fim de transformar o mercado e o agrobusiness do Brasil. Para dar escala ao sonho de tornar o país um celeiro da agricultura orgânica e regenerativa, em 2018, Diniz criou a Rizoma; a empresa atua no arrendamento de terras – para difundir os sistemas agroflorestais associados à Integração Lavoura Pecuária Floresta (ILPF) e escalar o modelo para 1 milhão de hectares. Aplicado à criação de gado, o sistema se torna ainda mais eficiente, garantindo regeneração do solo, do clima e do ecossistema ao seu redor. Além dos ganhos para quem trabalha no campo e para os consumidores, o sistema captura carbono e registra índices de produtividade que garantem ganhos financeiros e ambientais. Ao lado dos sócios Fabio Sakamoto e Marcelo Marzola, o empreendedor social está estruturando um fundo para atrair investidores e acelerar o negócio.


PRÊMIO EMPREENDEDOR SOCIAL DE FUTURO | FINALISTAS


FAST FOOD DA POLÍTICA | Criada em 2015 pela designer Júlia Fernandes de Carvalho, de 23 anos, a organização que cria ferramentas de educação política e de mobilização social por meio da gamificação, o Fast Food da Política realiza gestão do conhecimento ao promover o entendimento das regras que regem a política no Brasil, a estrutura, processos e personagens, para construir jogos e metodologias abertas que podem ser replicados e recriados. A experiência da empreendedora em movimentos sociais – como na ONG Teto, que trabalha em defesa dos direitos de pessoas que vivem em favelas, e nos programas Oasis e Guerreiros Sem Armas, do Instituto Elos – fez com que ela questionasse o quão distante estavam as entidades políticas e de estados das populações mais desfavorecidas da sociedade.

A relação com a política, então, pautou a jovem em 2014, quando concluía o curso de designer no Instituto Europeo de Design (IED). Motivada a desenvolver canais diferentes para entender a política, Júlia criou o primeiro jogo sobre o tema; com um tabuleiro Atos, brinca com o Legislativo e o Executivo em época de eleições. Em 2015, realizou a primeira intervenção com a ferramenta durante viagem no Ônibus Hacker, laboratório e espaço lúdico que promove trocas de conhecimento.A experiência bem-sucedida motivou a empreendedora a buscar um financiamento coletivo; com R$ 18 mil captados, criou a Fast Food da Política e produziu os primeiros jogos. Desde a fundação, Fast Food aplicou jogos em comunidades, escolas, espaços públicos e eventos culturais, com mais de 4.000 pessoas de todas idades, orientações e atuações políticas. Com quatro pessoas dedicadas em tempo integral à organização – Júlia Fernandes, Lays Morimoto, Bruno Bonini e Thays Esaú – e 13 voluntários espalhados por São Paulo, Campinas e São José dos Campos, o projeto trabalha com parceria e almeja se tornar política pública, como poderosa ferramenta educacional e de formação, capaz de alcançar todo o Brasil e até outros países.

ECOLIVERY COURRIEROS | Empresa de entregas ecológicas conduzidas bicicletas, triciclos e motos elétricas, a Ecolivery Courrieros é a única no mundo certificada como B-Corp no ramo de entrega ecológicas. Criada em 2012 por Victor Castello Branco e André Biselli, em São Paulo, promove a inclusão social no quadro de funcionários ao priorizar a contratação de ciclistas-entregadores de baixa renda, imigrantes, refugiados, mulheres, idosos, cadeirantes e egressos do sistema prisional. Com o propósito de facilitar entregas urbanas, melhorar as condições do ar, do trânsito e humanizar a cidade por meio das bikes, a Courrieros nasceu após Castello Branco ter visto modelo parecido de negócio nos Estados Unidos – quando trabalhava no mercado financeiro –, e consultar Biselli, amigo de infância e estudante de Direito. Na ocasião, ambos buscavam um trabalho alinhados à propósito. Além de trabalharem com parcerias para inovar no ramo de atuação e promover ainda mais inclusão – como no caso da união com o Kit Livre, usado em cadeiras de rodas, tornando-a um triciclo eletricamente motorizado –, Biselli e Castello Branco administram hoje uma franquia em São Paulo que já abriga cem trabalhadores com carteira assinada e autônomos, além de 15 colaboradores na equipe administrativa.

Independentemente dos critérios de contração, cada ciclista que entra na Courrieros é submetido a testes e treinamentos rigorosos no trânsito da capital paulista, protocolo que adotam para tentar minimizar os riscos e garantir a própria segurança nas ruas. Hoje, a empresa atende em média 2.000 pedidos por dia somente para o varejo eletrônico. Além do e-commerce, ainda oferece o serviço de ciclistas alocados para empresas, de restaurantes e escritórios de advocacia a laboratórios de exames clínicos, e entregas avulsas para pessoa física e jurídica. Em 2017, a Courrieros registrou faturamento de R$ 2 milhões, com crescimento de cerca de 30% em relação ao ano anterior.

SIMBIOSE SOCIAL | Startup de impacto social, a Simbiose Social atua no mercado de leis de incentivo fiscal no Brasil para otimizar e democratizar a distribuição dos recursos financeiros entre projetos e organizações sociais que geram alto impacto e promovem acesso a cultura, saúde e esporte. Após acessar por meio da Lei de Acesso à Informação os dados de investimentos via leis de incentivos, em especial a Lei Rouanet, de 1991 até os dias atuais, Raphael Mayer e Mathieu Anduze criaram, com a ajuda do programador Tadeu Silva, uma plataforma digital que une tecnologia e informação para conectar empresas aptas a doarem parte do pagamento de impostos a projetos aprovados pelas leis de incentivo. Além de desmontar uma “caixa-preta” das leis do país – que reverteram pelo menos R$ 80 bilhões nos últimos 27 anos – a plataforma da Simbiose altera uma lógica de mercado, pautada por um formato em que projetos entravam em contato com empresas (usando ou não intermediários) para serem vistos e avaliados para investimentos ou então participavam de editais. Na prática, 71% dos 182 mil projetos que pleitearam verbas de incentivo no Brasil não saíram papel. A Simbiose promove um match entre as empresas que querem – ou costumam doar parte dos recursos para pagamento de impostos – e os projetos que lutam para captar dinheiro. Ao mesmo tempo, otimiza a pesquisa, a avaliação e a gestão dos investimentos sociais.

Com a nova versão da plataforma, ao final de 2017, a startup já atendia empresas como Monsanto, Kroton, Droga Raia, Drogasil, Via Varejo, entre outras. Os empreendedores mapearam um potencial disponível de R$ 30 milhões para projetos. Com uma equipe de 15 colaboradores, a Simbiose possui hoje 12 clientes corporativos e 15 organizações sociais que pagam para usar a ferramenta. Ao todo, 52 projetos já foram impactados diretamente pela plataforma que direcionou R$ 6,5 milhões a projetos socioculturais que beneficiaram mais de 100 mil pessoas no país.






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