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Harmonização facial pede cautela para evitar frustrações
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Paula Hoftatter, biomédica esteta, especialista em harmonização facial
Paula Hoftatter, biomédica esteta, especialista em harmonização facial

Tendência entre as celebridades, a harmonização facial, procedimento estético adotado para harmonizar os traços do rosto, tem se tornado cada vez mais popular no Brasil. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), a procura pelo procedimento aumentou 390% em dois anos. Artistas como Joelma, Gkay e Carlinhos Maia já se submeteram aos retoques com resultados surpreendentes. Mas, nem sempre a harmonização facial agrada, a exemplo do cantor Lucas Lucco, que declarou sua insatisfação com o procedimento e passou por sessões para reverter o resultado. Para que tudo saia como planejado e o arrependimento não bata à porta, é preciso tomar alguns cuidados importantes. Avaliar a saúde, entender melhor o que é desejado e escolher um bom profissional estão entre as precauções que não devem ser deixadas de lado.

Para a biomédica esteta, especialista em harmonização facial, Paula Hofstatter, antes de qualquer procedimento, é preciso avaliar a saúde do paciente, com uma série de exames. “Nem todos podem realizar a harmonização facial. A estética é para pessoas que estão completamente saudáveis”, enfatiza. A profissional destaca alguns casos não indicados aos procedimentos, como mulheres grávidas e lactantes, pessoas que usam o medicamento Roacutan (indicado para o tratamento de acne grave), as que tem câncer e as que possuem doenças autoimunes.

Após a avaliação da saúde do paciente, é hora de entender o que ele deseja e o que, de fato, precisa ser feito. “O paciente fala o que anseia, mas quem define o que deverá ser feito é sempre o especialista. É claro que a gente escuta o paciente e, ao analisar a sua saúde geral, chagamos a um consenso”, esclarece Paula.

A harmonização facial pode envolver alguns ou vários procedimentos, que custam, em média, a partir de R$ 1.100. Entre eles, a toxina botulínica - o famoso botox; a aplicação de ácido hialurônico, indicado para melhorar o viço da pele; e a bioestimulação de colágeno, como o próprio nome já diz, para estimular a produção de colágeno (proteína que garante a elasticidade da pele); entre outros. Mas nem sempre o tratamento envolve todas as técnicas. “Tudo vai depender, realmente, de cada caso. O indivíduo é único e é preciso personalizar. Depende, por exemplo, do que o incomoda, da estrutura da pele, dos hábitos de vida, nível de produção de colágeno, flacidez e idade”, explica Paula, que reforça também que a harmonização facial não tem idade. “Pode ser que um paciente de 18 anos, com marcas fortes na pele, já precise de uma toxina. E tem gente, com 50 anos, por exemplo, que ainda não tem marcas profundas pele”, destaca.

A escolha do profissional é outro fator indispensável na hora de decidir fazer a harmonização facial. A biomédica reforça que, primeiramente é preciso se identificar com o perfil do especialista, como o tipo de abordagem, se é mais natural ou artificial. Ela orienta também que os pacientes procurem saber sobre o que falam do trabalho do profissional, os resultados e, claro, a confiança que ele transmite e a atenção antes e após os procedimentos. “Tudo isso influencia para escolher bem o profissional da harmonização facial e do rejuvenescimento. Afinal, ele poderá acompanhar o paciente por toda a vida”, finaliza a biomédica.

Editorias: Estética e Beleza  Feminina  Negócios  Saúde  
Tipo: Pauta  Data Publicação:
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Empresa: ETC Comunicação  
Contato: Denise  
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