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Usina Hidrelétrica de Aimorés completa 20 anos de operação no Vale do Rio Doce
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Usina Hidrelétrica de Aimorés completa 20 anos de operação no Vale do Rio Doce
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Com capacidade para atender o consumo de uma cidade com cerca de um milhão de habitantes, a usina da Aliança Energia consolida duas décadas de contribuição ao desenvolvimento regional

Nesta terça-feira, 5 de maio, a Usina Hidrelétrica de Aimorés completa 20 anos de operação. Localizada na Bacia do Rio Doce, a unidade está presente nos municípios de Baixo Guandu (ES), Aimorés, Resplendor e Itueta, em Minas Gerais, consolidando-se como um importante ativo do setor elétrico brasileiro.
Com capacidade instalada de 330 megawatts (MW), a usina contribui para o atendimento energético do país e para a estabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN).
Duas décadas de evolução e eficiência
Desde sua inauguração, em 2006, a trajetória da UHE Aimorés é marcada por diferentes ciclos de aprimoramento operacional e de gestão, com foco na segurança das pessoas, na confiabilidade dos equipamentos e no controle de processos. A unidade mantém rotinas de operação alinhadas às exigências regulatórias e ambientais vigentes, com acompanhamento contínuo dos órgãos competentes.
“Ao longo desses 20 anos, reforçamos o compromisso com uma operação segura e com melhoria constante. Mais do que gerar energia, a usina faz parte da vida da região, contribuindo para o desenvolvimento, respeitando o meio ambiente e ampliando oportunidades para as comunidades locais”, destaca Adilison Melo, coordenador da usina.
Desenvolvimento que chega à comunidade
Durante o período de implantação da usina, foram geradas oportunidades de trabalho e capacitação profissional na região, especialmente nas atividades ligadas à construção e à manutenção industrial. Alguns moradores que participaram desse processo seguiram atuando no setor elétrico após a entrada da usina em operação.
Para Artur Emanuel Simoura, técnico de O&M eletroeletrônico da Aliança Energia, um dos pontos que ele avalia como grande benefício para a comunidade foi a formação de profissionais. Durante o período de construção, as pessoas, segundo ele, tiveram a oportunidade de se qualificar em diversas áreas. “Eu trabalhava como trabalhador rural e tinha um sonho: ter uma profissão. Ingressei aqui no período da construção da usina e tive essa oportunidade de, enfim, conquistar, na minha carteira de trabalho, uma profissão”.
Ao longo dos anos, a Aliança Energia também estabeleceu parcerias com organizações da sociedade civil e instituições locais, apoiando iniciativas sociais e ambientais nos municípios do entorno, em articulação com políticas públicas e ações já existentes no território.
“Esse pensamento da Aliança de investir e criar parcerias estratégicas dentro do território onde a Usina Hidrelétrica de Aimorés tem atuação faz com que as instituições locais consigam alcançar um número cada vez maior de pessoas atendidas. Dessa forma, a Aliança consegue gerar um impacto social muito grande na comunidade onde está inserida”, ressalta Fernanda Lopes, moradora da comunidade e representante do Anjos que Montam, projeto apoiado pela Aliança, por meio do Fundo da Infância e Adolescência – FIA.
Segurança operacional e prevenção
Como parte das rotinas de segurança, a UHE Aimorés realiza testes periódicos de sirenes nos municípios de Aimorés e Baixo Guandu, sem necessidade de mobilização da população. A iniciativa integra o Plano de Ação de Emergência (PAE), que estabelece diretrizes de atuação e organização operacional da Aliança Energia, em alinhamento com as políticas nacionais de segurança e proteção.
Educação ambiental e legado para o futuro
Além da geração de energia, a UHE Aimorés também deixa um importante legado socioambiental, o Parque Botânico Aliança Energia, em Aimorés.
Com cerca de 186 hectares, em sua maioria áreas reflorestadas, o espaço se tornou referência em educação ambiental na região, oferecendo atividades interativas, trilhas, espaços culturais e experiências educativas, sendo utilizado por escolas e instituições da região.
No dia 14 de maio, o parque completa 17 anos de funcionamento e já recebeu mais de 25 mil visitantes, vindos de diferentes regiões do país, ampliando sua influência para além da Bacia do Rio Doce e fortalecendo a conexão entre comunidade, natureza e conhecimento.


Editorias: Ecologia e Meio ambiente  Educação  Serviços  Turismo  
Tipo: Pauta  Data Publicação: 04/05/26
Fonte do release
Empresa: SERIFA COMUNICAÇÃO  
Contato: ANALÚ GUIMARÃES  
Telefone: 34-32246084-

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