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Leishmaniose exige atenção aos sinais e medidas de prevenção, orienta Hetrin
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O Brasil concentra cerca de 95% dos registros de leishmaniose visceral nas Américas, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS).
O Brasil concentra cerca de 95% dos registros de leishmaniose visceral nas Américas, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS).

Doença pode se manifestar por meio de lesões na pele ou comprometer órgãos internos; medidas de controle do mosquito-palha são fundamentais para reduzir os riscos




A leishmaniose é uma doença infecciosa causada por protozoários e transmitida pela picada da fêmea do flebotomíneo, conhecido popularmente como mosquito-palha. O Hospital Estadual de Trindade – Walda Ferreira dos Santos (Hetrin) alerta para a importância de conhecer os sinais da doença e adotar medidas para reduzir a presença do vetor nos ambientes domésticos.

De acordo com a médica infectologista do Hetrin, Pâmella Wander, a doença pode se apresentar de duas formas principais: a leishmaniose tegumentar e a leishmaniose visceral. A forma tegumentar costuma provocar lesões na pele, geralmente de evolução crônica, que podem apresentar bordas elevadas e exigir tratamento prolongado.

Já a leishmaniose visceral pode comprometer órgãos internos e provocar diferentes manifestações. “Os sintomas e sinais são bastante diversos de acordo com a forma da doença, podendo ser desde lesões de pele até outras manifestações, como febre, aumento de órgãos como fígado e baço, fraqueza e aumento do volume abdominal”, explica a infectologista.


Cuidados no ambiente ajudam na prevenção

Como não existe vacina disponível para a prevenção da leishmaniose humana, o controle do vetor e os cuidados com o ambiente são medidas importantes para diminuir o risco de transmissão. Entre as recomendações estão a instalação de telas em portas e janelas e a manutenção da limpeza das áreas próximas às residências.

“Em relação à transmissão, alertamos para que seja feito o controle dos vetores, colocando telas em janelas e portas, cuidando do ambiente ao redor da casa, e evitando entulhos e lixos para controle desse mosquito”, orienta Pâmella. A médica reforça ainda que, diante do aparecimento de lesões persistentes na pele ou de sintomas como febre prolongada, fraqueza e aumento do abdômen, é importante procurar atendimento de saúde para avaliação e diagnóstico adequado. 


Editorias: Governo  Serviços  Saúde  Sociedade  
Tipo: Pauta  Data Publicação: 27/08/26
Fonte do release
Empresa: ECCO  
Contato: ECCO - Escritório de Consultoria e Comunicação  
Telefone: 11-3888-1144--

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