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| Escondidinho... Do jeito que eles gostam. |
Recentemente, vivi uma experiência que, por mais improvável que pareça, me colocou frente a frente com alguém que carrega sangue azul. Um jovem da realeza britânica, discreto e envolto na aura de tradição, surgiu em meu caminho virtual de forma inesperada. A conversa fluiu. Havia charme, havia mistério... e havia uma pontinha de esperança — aquela que só surge quando o improvável se mistura com o destino.
Trocas de mensagens marcaram o início desse encontro improvável. Algumas delas, ainda guardadas comigo, permanecem como fragmentos de um capítulo que começou promissor, mas terminou com a frieza típica de quem está distante — emocional e geograficamente.
Mas a nobreza, aprendi, nem sempre está no título. Às vezes, está no gesto. Na empatia. No respeito. E infelizmente, aquilo que começou como algo mágico foi se diluindo em respostas mornas e ausências que gritavam mais do que qualquer silêncio.
Não estou aqui para expor. Por isso, os nomes permanecem ocultos — porque isso não é sobre ele, é sobre mim. Sobre como às vezes idealizamos histórias com base em aparências, sobrenomes ou fantasias criadas pelo coração.
Escrevo isso como um desabafo, mas também como um lembrete: quem tem brilho próprio não precisa de coroas. E às vezes, é preciso cruzar com um príncipe para entender que o verdadeiro reinado é o amor-próprio.