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A comissão organizadora do Festival de Artes Visuais de Americana (FAVA) divulgou, nesta quinta-feira (07/08), a lista dos artistas selecionados (indicados à premiação) para sua edição 2025, que integra as comemorações dos 150 anos da cidade. Na categoria Arte Urbana, foram escolhidos Alexandre Candido de Andrade, Isabela Siqueira Vieira, Marilia Rohwedder Marton, Thais Cristina M. Lopes da Silva e Valeria Milanez Scrich. Em Fotografia e Artes Plásticas, os selecionados são Davi Getúlio de Oliveira, Denize Ramos e Aurea Stradiotto, Luis Guilherme Trevisani, Matheus Dias e Vanessa Pajaro. Já a categoria Audiovisual conta com Ana Paula Ferreira, Sidnei Lima e Wilson Reis dos Santos.
A lista completa está disponível no perfil oficial do evento no Instagram, em festival.fava, e a comissão organizadora lembra que os selecionados serão contatados individualmente.
A edição deste ano registrou ampla participação, impulsionada pela atualização no regulamento que passou a aceitar croquis e esboços de obras ainda não finalizadas, medida que, segundo a organização, ampliou o acesso e valorizou desde o início o processo criativo. Sob o tema “Um olhar pela cidade”, o FAVA contempla propostas em fotografia, artes plásticas, audiovisual e arte urbana, com premiação total de R$ 12,5 mil. As obras serão reunidas no livro “Cidade”, exibidas durante o festival e, no caso das artes urbanas, transformadas em murais espalhados por espaços públicos.
“Comemorar os 150 anos de Americana com uma mostra de trabalhos fotográficos, artes plásticas e audiovisuais e arte urbana vai engrandecer ainda mais o aniversário de nossa cidade”, afirma o secretário de Cultura e Turismo, Vinicius Ghizini.
A cerimônia de premiação, com a divulgação dos projetos que receberão o prêmio, acontece no dia 14 de agosto, no Teatro Municipal Lulu Benencase. A mostra pública será realizada nos dias 15 e 16 de novembro, no CIEP Prof. Oniva de Moura Brizola, no bairro Antonio Zanaga.
Além de valorizar artistas locais e regionais, o festival reforça seu compromisso com a diversidade ao reservar 20% das vagas para pessoas de grupos sub-representados como negros, indígenas, pessoas com deficiência, trans e não-binárias. “O FAVA nasce com o propósito de provocar olhares sensíveis e criativos sobre Americana. Queremos estimular uma relação mais afetuosa com o espaço urbano e dar visibilidade a artistas que pensam a cidade de forma crítica, poética e transformadora”, destaca Ailton Alves de Queiroz, presidente da APAM, entidade responsável pela produção do evento.