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Perdas de vidas e patrimônio em incêndios: até quando?
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Vivenciamos um momento conturbado na sociedade onde valores são reconhecidos somente após terem sido perdidos. No Brasil, ocorreram nos últimos anos constantes incêndios de grandes proporções que fizeram com que parte da nossa história fosse perdida, como em museus, ou até mesmo colocou e alto risco as vidas humanas, como em casos de incêndio em hospitais e em estoque de álcool em gel.

Arquivos, teatros, peças históricas e outros objetos com valores inestimáveis para a nossa história foram perdidos em tragédias como a de 2013 no Memorial da América Latina, de 2015 no Museu da Língua Portuguesa, e agora, em 2020, no Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG.

Só em 2019, o Brasil registrou 32 incêndios de grandes proporções em unidades hospitalares, segundo a Associação Brasileira para o Desenvolvimento do Edifício Hospitalar (ABDEH), além dos casos em galpões e estoques. A maioria dos casos poderiam ter sido evitados ou minimizados com algumas medidas de segurança contra incêndios.

“Uma das medidas de segurança que pode ajudar muito nesses momentos são rotas de fuga, que ajudam em uma evacuação mais rápida, e a adoção de chuveiros automáticos, chamados de sprinklers, que controlam o incêndio logo no início e inibem a formação de fumaça tóxica, dando tempo e visibilidade para a evacuação do espaço, minimizando os riscos”, aconselhou Felipe Melo, presidente da ABSpk e especialista em prevenção de incêndio e emergência.

Devem-se ressaltar ainda diversos erros apontados pelos especialistas que avaliariam alguns dos casos, como precariedade das instalações elétricas e fiações expostas. O Museu Nacional do Rio de Janeiro, por exemplo, não contava com uma rede de sprinklers, um dos principais sistemas de combate a incêndio disponíveis. Este equipamento é considerado um dos mais eficientes no controle de incêndios, pois combate as chamas ainda no início, evitando que o fogo se alastre no estabelecimento.

Os projetos arquitetônicos das construções atuais devem levar em consideração as normas de emergência, visando à aprovação da estrutura perante órgãos reguladores. Para prevenir incêndios de forma eficiente, é preciso ter um planejamento mais detalhado, que considere receber apoio de engenheiros com maior vivência de segurança contra incêndios desde o início, estabelecendo opções de proteção em casos de ocupantes com pouca ou nenhuma opção de mobilidade.

Editorias: Construção e Arquitetura  Serviços  Seguro e Previdência  Sociedade  
Tipo: Pauta  Data Publicação:
Fonte do release
Empresa: Renata da Silva Monteiro  
Contato: Renata da Silva Monteiro  
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