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Combate à Infecção Hospitalar requer cuidados também de pacientes e acompanhantes
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Combate à Infecção Hospitalar requer cuidados também de pacientes e acompanhantes
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*Dr. Marcos Antonio Cyrillo

O hábito de lavar as mãos tem sido cada vez mais disseminado nos dias de hoje, em virtude da pandemia, porque funciona como prevenção contra o coronavírus e, consequentemente, evita a disseminação da doença. Mas, não foi agora que percebemos que essa atitude pode salvar vidas. A descoberta da relevância da higienização das mãos data do século XIX, como a principal forma de prevenir outro grande problema de saúde pública: a infecção hospitalar.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as infecções hospitalares atingem até 14% dos pacientes internados no Brasil, podendo chegar a 100 mil mortes por ano. Trazer à luz um dado tão relevante, é o objetivo do Dia Nacional do Controle das Infecções Hospitalares, lembrado em 15 de maio.

O tema é preocupação recorrente tanto da equipe de um hospital, quanto do paciente, porque esse problema de saúde pode acontecer em processos de internação ou em procedimentos cirúrgicos, ou até mesmo se manifestar após a alta por diversos motivos e de diferentes formas.

Nesse sentido, podemos citar como exemplo, desde procedimentos inadequados durante uma cirurgia até, eventualmente, questões ligadas a ambiente ou predisposição do paciente que, ao ser internado ou ir ao hospital com o quadro de saúde já um pouco debilitado, fica suscetível a bactérias e vírus, que podem comprometer o quadro clínico, principalmente em processos mais invasivos. Entre as condições que aumentam a propensão à infecção hospitalar estão fatores como baixa imunidade, idade avançada ou o, em casos de recém-nascidos, a fragilidade da fase inicial do bebê.

No entanto, independentemente da situação, prevenir é sempre o melhor remédio. Por isso, a higienização frequente das mãos, tanto dos pacientes e acompanhantes, quanto da equipe médica é de extrema importância, já que elas costumam ser o principal meio de contágio. Isso acontece porque as mãos ficam em contato direto com objetos e lugares que podem estar contaminados por vírus, fungos e bactérias. Por isso é tão importante disseminar a informação e fazer com que as pessoas tenham em mente que lavar as mãos com água e sabonete comum pode prevenir cerca de 80% das doenças transmissíveis por essa via.

E é por esta relevância que se faz tão necessário transformar o dia 15 de maio em uma verdadeira campanha de conscientização sobre a importância da higienização das mãos como forma de prevenção e controle das infecções hospitalares em escala nacional. E assim, fazer com que esse tema seja uma prioridade não só dos hospitais, mas também de estados e municípios, para que a condição deixe de ser um empecilho na concretização efetiva do direito à saúde de todo cidadão brasileiro.

*Dr. Marcos Antonio Cyrillo é infectologista e diretor clínico do Hospital Igesp

Sobre o Hospital IGESP – Fundado em 1956, o Hospital IGESP é um hospital geral de máxima eficiência e perfil cirúrgico, conceito atestado em sua competente equipe de profissionais da saúde, mobilizada para cuidar dos pacientes de forma global. O corpo clínico é composto por especialistas renomados que estão em constante processo de atualização e aprimoramento de novas técnicas que visam garantir a eficiência técnica e o bem-estar dos pacientes. Para mais informações acesse: http://www.hospitaligesp.com.br

Editorias: Saúde  
Tipo: Artigo  Data Publicação:
Fonte do release
Empresa: Renata da Silva Monteiro  
Contato: Renata da Silva Monteiro  
Telefone: --

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