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Plásticos e 4 motivos para você reavaliar conceitos
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Vistos como vilões do meio ambiente, os polímeros, verdadeiras nano-obras criadas por “engenheiros moleculares” e comumente chamados de “plásticos”, estão no centro das atenções de ambientalistas e das acaloradas discussões nas redes sociais.
Mas será que todos os plásticos são prejudiciais a nós e ao meio ambiente?
Há alguma aplicação onde materiais resultantes da polimerização podem ser utilizados com benefícios ao planeta?

Levantamos aqui quatro reflexões sobre o tema.

1- A questão não é o material, mas o uso
Em primeiro lugar, é preciso se ter em mente que qualquer material pode prejudicar a natureza se mal utilizado ou mesmo aplicado de forma irresponsável.
E com os plásticos não é diferente: o mal uso por décadas de polímeros criou um passivo ambiental nos aterros e centros de reciclagem, um verdadeiro desafio para nossa cultura de consumo de produtos descartáveis.
Para o doutor em química orgânica e professor do Instituto Federal do Farroupilha, Leandro
Marcon Frigo, o termo “plástico” sempre gerou confusão por ser amplo e englobar desde os
polímeros de baixa densidade, usados na fabricação de sacolinhas, por exemplo, e os materiais de alta densidade e resistência, aplicados na fabricação de carros e até aviões.
“Plástico não é um vilão. Ele tem inclusive origem na mesma matéria prima de alguns medicamentos, como determinados tipos de antibióticos e anti retrovirais. O que torna o plástico um vilão, assim como acontece com a borracha e com os outros polímeros, é maneira como eles são utilizados. Quando usados de forma racional e sustentável, podem ser muito importantes.”, afirma
Frigo.

2- Aplicabilidade e substituição de materiais tradicionais
Longe de canudos, copinhos descartáveis, sacolinhas de supermercado e infinitos saquinhos de uso único, os plásticos vêm sendo utilizados para a alta tecnologia aplicada: o teflon, por exemplo,
foi criado pela Agência Espacial Americana (NASA) como lubrificante sólido de acoplamento de partes das naves espaciais em ambiente sem atmosfera e de baixa – ou nenhuma – gravidade. A medicina utiliza próteses de polímeros plásticos para confecção de partes ou mesmo de órgãos inteiros, como o coração biônico moldado em plástico e que, em breve, pode substituir os naturais
e garantir maior velocidade nas filas de transplantes, salvando milhares de vidas todos os anos.

3- A indústria não é a vilã, ela pode ser a solução
Quem vê a indústria do plástico como local sujo e poluente não imagina os processos e os avanços nas áreas de design, funcionalidade, ergonomia, reciclagem e tratamento de efluentes.
No Brasil, boa parte todo plástico de alta densidade (utilizado por exemplo para fazer as partes internas das geladeiras) já é reciclado, o que pode representar uma diminuição de até 90% no consumo de água nas unidades industriais.
Em escala global, empresas como o Grupo Keter, sediado em dezenas de países e com produtos disponíveis no varejo brasileiro, já operam suas plantas com foco em matéria prima reciclada, além de investir em pesquisas para novos materiais.
De acordo o diretor comercial da empresa, Hilario Camacho, “41% de toda a produção utiliza matéria-prima reciclada, o que significa que também somos o líder em reciclagem neste ramo. Em 2028, utilizaremos mais de 80% de matéria-prima reciclada”, afirmou.
Algumas das linhas de produtos do Grupo Keter têm materiais plásticos substituindo madeira e cimento com tanta desenvoltura técnica que permitem pintura, uso de furadeira, pigmentação com tinta e aplicação de textura, além de resistência à compressão e à torção.

4- O futuro está logo ali
Uma nova geração de plásticos vem por aí. Eles são mais resistentes, mais “verdes”, mais duradouros e muito mais adequados aos princípios de design e funcionalidade.
Trata-se de uma revolução, como a ocorrida com a criação de tecidos sintéticos de alta qualidade, mas com um diferencial: a matriz sustentável, a economia de água e a geração de empregos com baixo impacto ambiental e social.
Por essas e outras razões a discussão a respeito dos plásticos precisa garantir a diferença do que é bom e o do que é ruim para nós, daqueles materiais poluentes dos novos polímeros capazes de melhorar nossas vidas.

Editorias: Construção e Arquitetura  Ecologia e Meio ambiente  Economia  Negócios  Serviços  
Tipo: Pauta  Data Publicação:
Fonte do release
Empresa: ALCANTHARA Conexões Estratégicas  
Contato: Thaís Alcântara  
Telefone: 11-991586272-

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