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Pré-natal pode reduzir o risco de mortalidade materna
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O acompanhamento médico ajuda a conter os riscos de complicações durante a gestação ou parto

Em 28 de maio é celebrado o Dia Mundial de Combate à Mortalidade Materna, que é qualquer morte que ocorre durante a gestação, parto ou até 42 dias após o nascimento do bebê e pode ser decorrente de qualquer situação que esteja relacionada ou agravada pelo período de gestação.

De acordo com a estimativa divulgada em 2018 pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), todos os dias ao menos 830 mulheres morrem devido a complicações na gravidez ou parto, no mundo. Segundo a entidade, em situações de crise humanitária a vulnerabilidade dessas mulheres é ainda maior.

De acordo com o ginecologista e obstetra do Hospital da Mulher Anchieta, Dr. José Moura, “a maioria dessas complicações podem ser evitadas e tratadas. Lembrando que existem outros problemas de saúde que podem acontecer antes da gestação e que podem ser agravados durante esse período, se não forem tratados de forma correta e o mais precocemente possível”. Segundo o especialista na maioria dos casos (75%), as mortes estão ligadas a pré-eclâmpsia e eclampsia; hemorragias graves, normalmente após o parto; infecções graves, normalmente no pós-parto; abortos inseguros e outras complicações durante o parto.

Nesse sentido, é importante que a gestante tenha um bom acompanhamento de pré-natal, onde ela possa ser bem orientada por um médico capacitado, de fácil acesso quanto aos cuidados essenciais no período do parto e nas semanas após o parto e de forma que ela se sinta segura. Nesse acompanhamento, a gestante precisa ter seu controle pressórico realizado de forma adequada, assim como seus sintomas valorizados para que a pré-eclâmpsia possa ser detectada o mais precoce possível. Da mesma forma, durante e após o parto, o médico deve estar atento a todas as queixas da pacientes e a hemorragias e infecções.

Segundo o Dr. José Moura, “o Pré-Natal é fundamental para que consigamos ter sucesso na gestação, parto e pós-parto. As pacientes precisam ser bem acompanhadas, sendo avaliado seu bem estar e do seu bebê, assim como alimentação, controle de peso e pressão arterial. Um bom pré-natal é a chave para que possamos reduzir a mortalidade materna em nosso país”. Além disso, “o parto deve ser realizado por uma equipe capacitada e num ambiente seguro, tanto para a mãe quanto para o seu bebê, de forma que possa ter todo um suporte necessário em casos de anormalidades”, acrescenta.

Fique atenta as causas:

Hipertensão (pré-eclâmpsia e eclâmpsia);
Complicações no parto;
Hemorragias graves (principalmente após o parto);
Infecções (comumente depois do parto);
Abortos inseguros.

Editorias: Feminina  Negócios  Saúde  
Tipo: Pauta  Data Publicação:
Fonte do release
Empresa: Imprensa Anchieta  
Contato: Imprensa Anchieta  
Telefone: --

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