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Apesar dos 520 anos do início da colonização portuguesa no Brasil, a presença do Bioma Amazônico, por exemplo, dificultou a penetração humana para o interior do país, limitando a nossa colonização, principalmente ao litoral do País e seus arredores. Esse fato contribuiu para a preservação de locais que, atualmente, são vistos como potenciais produtos turísticos para o desenvolvimento de atividades com práticas sustentáveis: o chamado turismo ecológico, que é comemorado no dia 1º de março.
Para o especialista *Airton Cavenaghi, professor do curso de Turismo da Anhembi Morumbi, integrante da rede internacional de universidades Laureate “falar de turismo ecológico é falar de práticas de sustentabilidade”. Segundo ele explica, com as atividades de preservação desenvolvidas no país, a prática do chamado “turismo ecológico” se intensificou com a criação de APAs (áreas de proteção ambiental) e UCs (unidades de conservação) e a regulamentação do setor. Localidades litorâneas, destinos mais procurados pelos brasileiros, também recebem o mesmo tipo de regulamentação e controle da quantidade de visitantes. Essa modalidade turística ajuda na preservação, além de propagar a cultura da sustentabilidade, ou seja, o atrativo permanece com pouca interferência de ações humanas e assim pode continuar a preservar sua biodiversidade.

Apesar do difícil acesso, quanto menos infraestrutura, mais acessível financeiramente é o passeio. “Pode ser uma cachoeira, uma praia ou mesmo um parque urbano. A presença de infraestrutura turística encarece o passeio”, enfatiza. Mas é preciso levar algumas coisas em conta na hora de escolher o destino, como a época do ano em que vai viajar, a acessibilidade, caso tenha ou vá com alguém que possua alguma mobilidade física, idosos e crianças pequenas.

Esse tipo de atividade é acessível para todos, mas caso o local não possua uma infraestrutura turística, a visitação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida poderá ser prejudicada. Um exemplo de local adaptado é o Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, no Paraná, com veículos para transporte de visitantes, vias com calçamento, e uma administração voltada para facilitar a visitação. Ideal também para famílias com crianças.

Por falar nos pequenos, o professor explica que “não há nenhum dado sobre qual idade mínima para a prática de turismo ecológico, mas como são atividades geralmente praticadas em locais abertos, a recomendação principal é que a criança esteja acompanhada de adultos e que sejam observadas as condições do local, evitando grandes caminhadas e atividades que requerem mais habilidades.

Na hora de escolher o destino, o ideal é considerar a época do ano. Como o Brasil possui diferentes tipos de biomas (seis ao todo: Amazônia; Caatinga; Serrado; Mata Atlântica; Pampa e Pantanal), aconselha-se a prática das atividades de turismo ecológico na estação da seca, que deve ser verificada conforme o local escolhido para visitação.

Editorias: Turismo  
Tipo: Pauta  Data Publicação:
Fonte do release
Empresa: Anhembi Morumbi  
Contato: Ana Paula Martins  
Telefone: 11-3293-1757-

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