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Ensino Superior será vantagem competitiva no Brasil pós Covid-19
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Ensino Superior será vantagem competitiva no Brasil pós Covid-19
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A crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus no Brasil e no mundo tende a se agravar com o passar dos meses. Quando vier a distensão e o fim do isolamento social, analisam os especialistas, aqueles que tiverem em mãos diplomas de cursos superiores reconhecidamente eficazes, com formação sólida, inovadora e responsável, sairão na frente no novo cenário que surgirá.

“A relação Ensino Superior e empregabilidade é direta. Quanto mais jovens preparados e capacitados melhor a performance para superar esta situação de crise. Portanto, é um momento de união e engajamento de toda a sociedade pela valorização do Ensino Superior nacional”, afirmou Anderson Romanello, diretor Acadêmico do Centro Universitário Moura Lacerda, de Ribeirão Preto (SP).

O alerta faz sentido e mostra a necessidade de investimento pessoal em educação. Dados da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada em abril último, já apontava a taxa de desemprego em 12,2% no primeiro trimestre do ano.

Mapa do Ensino Superior no Brasil 2020

Este cenário conturbado pode ser ainda melhor analisado à luz da 10ª edição do Mapa do Ensino Superior no Brasil 2020, lançada, em maio, pelo Instituto Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior). A publicação anual traz uma pesquisa completa sobre o Ensino Superior no Brasil nas redes privada e pública.

De acordo com a pesquisa, quanto mais alta a classe social, maior a condição de um indivíduo cursar o Ensino Superior – 61,9% dos jovens de 18 a 24 anos da classe A (que possuem renda domiciliar superior a 8 salários mínimos) frequentam uma faculdade, enquanto apenas 10,5% dos da classe E (com renda de até meio salário mínimo) acessam uma graduação.

No que tange às IES (Instituições de Ensino Superior), nelas estão matriculados três em cada quatro alunos de 18 a 24 anos da classe C. Romanello lembrou que os dados demonstram o crescente abismo da desigualdade social existente no Brasil.

“Infelizmente, o Ensino Superior brasileiro é excludente. Apesar das políticas de cotas terem minimizado o problema, o acesso para as populações de cores preta e parda ainda está longe de ser resolvido. Apenas 14,7% daqueles entre 18 e 24 anos que se autodeclararam pretos e 11,7% dos pardos estão matriculados em uma graduação”, disse o diretor-Executivo do Semesp, Rodrigo Capelato.

Ele ressaltou, também, uma evolução perceptiva no quesito diversidade dos estudantes matriculados. “Na rede pública, ela é atribuída às políticas de cotas, enquanto na rede privada, a programas como o Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior). Uma questão a se considerar é como essa evolução se manterá nos próximos anos com o declínio do Fies”, comentou diretor-Executivo do Semesp.



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Editorias: Educação  Internet  
Tipo: Pauta  Data Publicação:
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