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Francisco Faria - Desenhos - no Largo das Artes, RJ
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Francisco Faria-O Segundo Rio 3- 2007, lápis sobre papel, 55x55cm
Francisco Faria-O Segundo Rio 3- 2007, lápis sobre papel, 55x55cm


Projecto/s de Regina Pinho de Almeida, em parceria com o Largo das Artes, inauguram a exposição Francisco Faria – Desenhos, primeira mostra individual do artista na cidade do Rio de Janeiro, depois de 30 anos de percurso artístico. Nos 31 trabalhos expostos, Francisco Faria apresenta uma seleção da diversidade de seus desenhos da paisagem natural brasileira, com peças de várias séries diferentes. Resultado da observação in loco do artista, os desenhos, intensos e com uma reflexão poética sobre o tempo e o silêncio, nos aproximam de novas formas de um tema com o qual temos pouca troca sensível. Abertura dia 03 de outubro.


Exposição Francisco Faria – “Desenhos”
Poemas Josely Vianna Baptista
Curadoria Regina Pinho de Almeida
Local Largo das Artes – Tel | Fax: (21) 2224-2985
Rua Luís de Camões, 2 Rio de Janeiro, RJ 20052-020
Abertura 03 de outubro – sábado – as 19hs.
Período de 04 de outubro a 28 de novembro de 2009.
Horário 3a a 6ª feira, das 12 às 18hs.
Sábado, das 12 às 17hs.
Nº de obras 31
Técnica grafite sobre papel
Dimensões de 50 x 70 cm. a 100 x 150 cm.
Preço de R$ 12.000,00 a R$ 45.000,00

Ass. Imprensa SP - Balady Comunicação - Silvia Balady
Tel.: (11) 3814.3382 – contato@balady.com.br
RJ – Geisa Souto – geisasouto@terra.com.br
Tels.: (21) 3872.0276/ 9943.5159


A Projecto/s, de Regina Pinho de Almeida traz a exposição Francisco Faria – Desenhos, para o Largo das Artes no Rio de Janeiro. Essa mostra é a primeira individual do artista plástico e desenhista Francisco Faria no Rio de Janeiro, depois de 30 anos de percurso. A exposição traz 31 obras, todas desenhos de paisagem feitos com lápis sobre papel, algumas séries completas e também desenhos em grandes dimensões. É uma mostra diversa de sua pesquisa de uma nova poética para as Américas. Grande parte dos trabalhos selecionados foi exibida apenas em exposição no Hyogo Prefectural Museum of Art, Japão, em 2008.

Francisco Faria é um desenhista da paisagem natural brasileira. Suas obras são resultado das pesquisas pessoais que desenvolve sobre o tema e seu significado cultural para as Américas. Paisagens da natureza, no geral, retratam paraísos míticos, idealizados; o desenho de Francisco Faria as traz para perto, apagando suas luzes míticas, mas renovando seu arrebatamento e intensidade. Explora todas as possibilidades de uma técnica simples, o lápis de grafite sobre papel. Criando desdobramentos espaciais, novas interpretações compositivas, explorando riquezas únicas de luz e matéria, o artista faz de seu tema um objeto mais humano e sensível, não importando o quanto interfira no cânone. O desenho é uma técnica artística que combina rigor e agilidade, central para explorar aspectos mais experimentais no diálogo com outras linguagens artísticas. Francisco Faria, nessa mostra, traz uma instalação para a poesia de Josely Vianna Baptista, parte de seu trabalho conjunto Moradas Nômades. O desenho é, em grande parte, exploratório e silencioso sendo que a poesia espelha, verbalmente, uma sintonia com a linguagem visual. O objetivo do espelhamento é mais sugerir do que explicar.

Francisco Faria coloca-se em permanente planejamento, com possibilidades de se deslocar para regiões remotas da Amazônia, do Chaco ou da Mata Atlântica. A observação visual de seus temas o mantém em movimento constante. “Há o deslocamento físico, mas também da técnica, do tema, do conceito e do entendimento, para poder reconstruí-los numa outra ordem de valores, em que o complexo possa encontrar o simples, em que uma voz possa compor com outras vozes e a tensão e o arrebatamento encontrem um leito de expansão silencioso e fecundo”, define o artista.

O Artista

Francisco Faria (Curitiba, 1956) recebeu as primeiras noções de desenho aos 4 anos, no NÚCLEO JUVENIL DE ARTES PLÁSTICAS de Curitiba, coordenado pelo pintor Guido Viaro. Em 1974, entra para a Faculdade de Arquitetura da UFPR, formando-se em 1982. Apesar de manter então um escritório de arquitetura por breve período, a carreira artística já havia se iniciado, com uma premiação no SALÃO PARANAENSE de 1982.
Muda-se então para o RJ, abandonando definitivamente a arquitetura e recebendo em seguida os prêmios do SALÃO NACIONAL DE ARTES PLÁSTICAS (1983) e o de viagem da BIENAL DE SANTOS (1984), que o leva a permanecer em NY entre 1984 e 1985. De volta ao Brasil em 1986, passa a integrar o grupo de artistas da GALERIA ARCO (SP), de Bruno Musatti, pela qual participa da feira internacional de arte de Colônia (1989). Passa a ser representado pela GALERIA ULRICH GERING de Frankfurt, e recebe a BOLSA FIAT PARA ARTES de SP, realizando sua primeira individual no exterior, na galeria do BRAZILIAN-AMERICAN CULTURAL INSTITUT, em Washington.
Transfere-se para a Europa, vivendo em Colônia, Estocolmo, Viena e, novamente, NY. Participa de mostras em Colônia, Basel e Frankfurt pela GALERIA ULRICH GERING, onde realiza individual em 1991. De volta ao Brasil em 1992, reencontra em SP a também curitibana Josely Vianna Baptista, poetisa, escritora e tradutora de literatura hispano-americana. Realizam um primeiro trabalho conjunto, associando artes plásticas e poesia (Corpografia, SP, Iluminuras, 1992). Passam a viver juntos, realizando o segundo trabalho conjunto, a mostra Os poros flóridos. Participa das bienais internacionais de SP e de Havana (1994), e da primeira exposição de desenho brasileiro na China, no YAN HUANG ART MUSEUM de Pequim (1995), ao lado de outros sete artistas como Iberê Camargo, Amilcar de Castro e Amador Perez. Ainda em 1995, monta Os poros flóridos no INSTITUTO WIFREDO LAM, em Havana, com curadoria de Magda Gonzales-Mora e Eugenio Valdez Figueroa.
Em 1996 integra a exposição ZEICHNUNG HEUTE, no KUNSTVEREIN de Frankfurt, que congregou os 100 mais destacados desenhistas da década. Realiza várias individuais em SP, Curitiba, Florianópolis e Havana. Em 2001 recebe com Josely e o tradutor Chris Daniels o prêmio do CREATIVE WORKS FUND de São Francisco, em apoio à edição de On the shining screen of the eyelids nos EUA. Seu trabalho conjunto de arte e poesia ganha várias edições no exterior: Los poros floridos (Cidade do México, Aldus, 2002), On the shining screen of the eyelids (San Francisco, Manifest Press, 2003) e Florid pores (em 1913, A journal of forms, Ohio, 2005).

Entre 2004 e 2005, desenvolve com Josely e Luis Dolhnikoff o projeto Moradas nômades/Fímbrias, que ganha duas grandes mostras individuais, no MUSEU OSCAR NIEMEYER de Curitiba e no INSTITUTO TOMIE OHTAKE de SP (2005). No mesmo ano, passa a trabalhar com a GALERIA VIRGILIO, também de SP, expondo individualmente em abril/maio de 2007. Ainda em 2007, Sol sobre nuvens (São Paulo, Perspectiva, Col. Signos, coordenada pelo poeta Augusto de Campos), traz um apanhado de 15 anos de seu trabalho de arte e poesia com Josely.
Em 2008 inicia seu trabalho com o Núcleo Flutuante de Arte Contemporânea, o Projecto/s, de Regina Pinho de Almeida, em São Paulo. Em novembro e dezembro do mesmo ano, cerca de quarenta de seus desenhos em grandes dimensões são mostrados no Hyogo Prefectural Museum of Art, em Kobe, Japão, com curadoria de Koichi Kawasaki.

Editorias: Cultura e Lazer  
Tipo: Pauta  Data Publicação: 16/09/09
Fonte do release
Empresa: Balady Comunicação  
Contato: Silvia Balady  
Telefone: 11-38143382-

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