Academia Americana de Pediatria anuncia suas primeiras recomendações sobre tatuagens e piercings


Tatuagens e piercings corporais são uma forma cada vez mais popular de autoexpressão, mas é importante que os jovens considerem cuidadosamente as consequências e riscos potenciais associados às modificações corporais, de acordo com o primeiro relatório clínico sobre o tema publicado pela Academia Americana de Pediatria (AAP).

As recomendações da AAP, "Tatuagem, Piercing e Escarificação para Adolescentes e Jovens Adultos", foram publicadas na edição de outubro de 2017 do Pediatrics, fornecendo uma visão geral dos tipos e métodos utilizados para realizar modificações corporais. O relatório clínico detalha possíveis complicações médicas, que, embora incomuns, devem ser discutidas com um pediatra.

Segundo a autora principal, Cora C. Breuner, “a tatuagem é muito mais aceita do que há 15, 20 anos atrás. Em muitos estados americanos, os adolescentes devem ter pelo menos 18 anos para se tatuar, mas os regulamentos variam de um lugar para outro. Ao aconselhar os adolescentes, sugiro que os pediatras façam alguma pesquisa, recomendem que pensem por que querem uma tatuagem, que mantenham um diálogo aberto com o jovem paciente”, diz.

Os destaques do relatório da AAP incluem:

• Embora a aceitação societária de tatuagens e piercings tenha aumentado, ainda pode haver repercussões. Em uma pesquisa de 2014, 76% das 2.700 pessoas entrevistadas disseram acreditar que uma tatuagem ou um piercing prejudicaria suas chances de conseguir um emprego;
• A taxa de complicações da colocação de tatuagens é desconhecida, mas acredita-se que seja rara. A complicação mais grave de qualquer tipo de modificação corporal é a infecção;
• Antes de fazer uma tatuagem ou um piercing, certifique-se de que o estúdio é estéril, limpo e respeitável. A instalação deve ser regulada pelo estado e fornecer aos clientes informações sobre como cuidar da área que foi tatuada ou perfurada posteriormente. A instalação deve praticar controle de infecção exatamente como num consultório médico;
• A escarificação, que envolve cortar, queimar ou marcar palavras ou imagens na pele, não é tão altamente regulamentada quanto a tatuagem ou o piercing e é proibida em alguns estados;
• Alguém que considere uma tatuagem deve certificar-se de que suas vacinas estão atualizadas e de que não está tomando qualquer medicamento que comprometa sua imunidade.


“A AAP oferece ainda orientação aos pediatras sobre como distinguir a modificação típica do corpo de esforços mais dramáticos ou intensos para prejudicar-se, chamada de síndrome de autolesão não-suicida. A síndrome, que inclui cortar, raspar ou queimar-se, é uma ação mais impulsiva ou compulsiva que está associada a distúrbios de saúde mental”, afirma o pediatra e homeopata Moises Chencinski (CRM-SP 36.349).

“Na maioria dos casos, os adolescentes simplesmente gostam da aparência da tatuagem ou do piercing, mas é preciso conversar sobre qualquer decisão a esse respeito com seus pais ou outro adulto. Eles podem não perceber o quão caro é remover uma tatuagem, ou como um piercing na língua pode resultar em um dente quebrado. Estúdios de tatuagem devem fornecer uma longa lista do que ‘fazer e não fazer’ na área tatuada e de como cuidar da área que foi trabalhada, além de listar os sinais que podem indicar um problema”, orienta o pediatra Moises Chencinski.

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Editorias: Criança  Feminina  Masculino  Saúde  Teen  
Tipo: Pauta  Data Publicação: 11/12/17
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