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Modelo por remuneração de resultado ganha adesão das empresas

Reduzir custos tornou-se fundamental no momento em que a rentabilidade e até mesmo o equilíbrio financeiro das empresas estão ameaçados pela atual crise econômica. Mas como implementar medidas que permitam reduzir os custos sem ter que investir em tecnologia, sistemas e serviços de gestão? Em que medida os modelos de remuneração por resultado são uma opção à escassez de recursos para investir?

Para Nelson Reis, sócio e CEO da VIA\\W, consultoria de Telecom que atua no modelo de success fee em projetos de renegociação, gestão e revisão de contratos de Telecom, “a pandemia da COVID-19 tornou imperioso, às empresas, promover uma revisão em todos os seus custos, de preferência sem desembolsar recursos para isso”. No caso da VIA\\W, o modelo de remuneração praticado junto aos clientes, nos serviços de consultoria de Telecom, é 100% definido com base nos resultados obtidos.

“Há muitas variáveis que definem a nossa remuneração, como a complexidade do projeto e número de acessos de voz, mas os ganhos para os clientes são sempre muito expressivos”, afirma Nelson Reis, ao explicar que a consultoria atua em empresas cujos gastos de Telecom situam-se a partir de R$ 30 mil mensais. “Os índices de redução de custos começam em torno de 30%, e chegam a superar até 70%, o que pode representar quantias bastante expressivas em empresas que fazem uso intensivo de serviços de telecomunicações, incluindo telefonia (fixa e móvel), data center, internet e call center”, destaca o CEO da VIA\\W.

Com mais de 2 mil contratos renegociados, atuação em mais de 250 projetos que permitiram uma economia de mais de R$ 2,25 bilhões para os seus clientes, em seus 12 anos de sua atividade, a VIA\\W vê agora este modelo de remuneração ser ainda mais valorizado pelas empresas. “Trata-se de uma nova cultura de remuneração de serviços, e que se torna possível, no nosso caso, pois os resultados são garantidos”, afirma Reis, ao destacar um aumento de mais de 30% na demanda por projetos desde o início de ano.

De acordo com o executivo, nem sempre as empresas estão atentas aos custos de Telecom ou possuem equipes especializadas para analisar os serviços contratados e fazer a gestão, inclusive dos níveis de serviço entregues pelas prestadoras. “Por isso, o nosso modelo tem atraído fortemente o interesse das empresas, no momento em que todos os contratos e custos têm de ser revistos, e a área de Telecom não é exceção”, observa Reis, ao acrescentar que assim como ocorreu na renegociação de salários aluguéis e outros contratos, a área de Telecom também passa por um movimento maior para se renegociar contratos.

Os clientes da VIA\\W são empresas de diferentes setores, de grande, médio e até de pequeno porte, de setores diversos como Bancos, Varejo, Alimentos, Seguros, Comunicação, Call Center, Tecnologia, Energia, Indústrias, Educação e até mesmo consultorias, entre outras.

“Os serviços da VIA\\W incluem projetos de renegociação (análise de custos e dos contratos atuais, identificação de necessidades e oportunidades e negociação com os fornecedores), gestão (controle de faturas, cobranças e novos contratos) e auditoria para recuperação de valores já pagos. Este trabalho inclui avaliação dos indicadores de performance (SLA), a partir de métricas aderentes à ANATEL, análise da topologia da infraestrutura da rede de telefonia e de Telecom atual e das demandas futuras, melhorias operacionais (incluindo combinação de operadoras e/ou tecnologias), avaliação técnica sobre os aspectos de contingência (sinistros) ou redundância, além da governança dos contratos, com consultoria para a área jurídica.

Editorias: Economia  Internet  Jurídica  Negócios  Telecomunicações  
Tipo: Pauta  Data Publicação:

 
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