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Carnaval: prevenção é a melhor forma de evitar cânceres de pele e HPV


O período do Carnaval desperta a atenção dos especialistas para o cuidado que os foliões devem ter para reduzir os riscos de desenvolver alguns tipos de câncer. Entre eles está Um deles é o câncer o Papilomavírus Humano, conhecido como HPV. O HPV é um vírus contagioso e transmitido, em geral, pelo contato de pele com a pele, e o modo mais comum de transmissão é por meio do ato sexual. Por isso pode ser considerado uma doença sexualmente transmissível. Além do colo de útero, existem outros tipos de câncer associados ao HPV como: cabeça e pescoço (tumores que se manifestam na boca, na faringe e na laringe), pênis, vulva, vagina e ânus.
Segundo o Ministério da Saúde, 75% das brasileiras sexualmente ativas entrarão em contato com o HPV ao longo da vida. Após o contágio, ao menos 5% delas irão desenvolver câncer de colo do útero em um prazo de dois a dez anos.
A prevenção é um dos principais aliados no combate a qualquer tipo de câncer. No caso do câncer do HPV, além do uso de preservativo para prevenir DSTs e da vacinação contra o HPV, é importante fazer exames periódicos como o Papanicolau, para que aumentem as chances da doença ser diagnosticada precocemente. “A vacina contra o HPV protege também contra os demais tumores HPV relacionados. A vacina é segura e está disponível no SUS para meninas e meninos”, explica o oncologista do Hospital do Câncer em Uberlândia, Juliano Rodrigues da Cunha.
Além dos fatores de risco como tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas, predisposição genética, baixa imunidade, os cânceres de cabeça e pescoço estão associados com sexo oral.
Câncer de pele
Outro tipo de câncer que possui chance de ser desenvolvido nessa época do ano, é o de pele. Os mais comuns são os carcinomas basocelular e epidermoide. O carcinoma basocelular é o tipo mais comum de câncer de pele nas pessoas com pele clara e histórico de exposição solar e mais raro nas pessoas com pele escura. O carcinoma basocelular surge, geralmente, na superfície da pele que está exposta à luz solar, como a cabeça ou o pescoço.
A taxa de crescimento varia muito de um tumor para outro, com alguns crescendo até um centímetro num ano. Os carcinomas basocelulares raramente se espalham (formam metástases) para outras partes do corpo. Já o epidermoide de pele é um tipo de tumor maligno que surge especialmente nas regiões do corpo mais expostas à radiação solar, como o rosto, cabeça, pescoço, braços, mãos e pés. Bem mais agressivo e invasivo do que o carcinoma basocelular, nas lesões do carcinoma epidermoide proliferam células escamosas que, depois de um tempo, podem dar origem a metástases distantes em órgãos internos como os pulmões, colo do útero e na mucosa da boca, por exemplo.
O tratamento do carcinoma epidermoide é cirúrgico, visa à retirada total do tumor maligno e pode ser eventualmente complementado por aplicações de radioterapia. Quanto antes a cirurgia for realizada, maior será a chance de evitar o aparecimento de metástases espalhadas por outros órgãos, o que pode tornar a doença mortal.
No caso do câncer de pelo, Juliano explica que é preciso reduzir a exposição, evitando o horário de maior pico do sol. “O filtro solar é importante para qualquer tipo de pele, em especial para as pessoas de pele mais clara, o ideal é usar protetor com fator 50 ou 70, além de óculos, chapéu e roupas adequadas”.

Editorias: Serviços  Saúde  
Tipo: Pauta  Data Publicação:

 
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