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Câncer de reto: o que você precisa saber sobre esta doença
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Sobrevida é de 90% para os diagnósticos precoces

Uma alimentação com baixo teor de fibras ou ricas em gorduras insaturadas, muita ingestão de carne vermelha e, em especial, as carnes processadas, como linguiça, salame ou presunto, aumenta o risco para o desenvolvimento do câncer de reto. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), esse é o terceiro tipo mais frequente em homens e o segundo entre as mulheres. A estimativa é de que quase 41 mil casos novos sejam diagnosticados no Brasil no triênio 2020/2022.

O câncer de reto costuma se desenvolver de forma lenta e pode atingir outros órgãos sadios. Os principais sintomas são: dores abdominais; diarreia ou constipação; presença de sangue ou muco nas fezes; ou sintomas extras intestinais. “Ter um histórico de surgimento de pólipos é motivo para um acompanhamento mais detalhado, pois há sim risco de câncer de reto. Pessoas que apresentam doença inflamatória intestinal, como colite ulcerativa e doença de Crohn, também podem desenvolver este tipo de tumor”, reforça Fábio Lopes, coloproctologista do Grupo OncoProcto do Hospital Felício Rocho. Além disso, “a realização do exame preventivo de colonoscopia a partir dos 45 anos de idade ou antes, caso haja histórico familiar ou fatores de risco associados, permite identificar esses precursores do tumor ou o próprio câncer em estágio inicial”, aconselha Lopes.

O câncer de reto pode ser descoberto em quatro diferentes estágios. Sendo, que há sobrevida de cerca de 90% para diagnósticos no estágio I e 14% para cânceres diagnosticados no estágio IV, dados que revelam a importância do diagnóstico precoce.

Tratamento
O câncer de reto é uma doença tratável e frequentemente curável, sendo a cirurgia o seu principal tratamento. Através de exames laboratoriais e de imagens, é possível ver o tamanho, a localização e extensão do tumor e o estado geral do paciente para seguir com os demais procedimentos.

A radioterapia com combinação da quimioterapia também é usada para o tratamento do câncer de reto. “O objetivo é diminuir a massa tumoral e assegurar a preservação do esfíncter, poupando o paciente da chamada colostomia definitiva, ou seja, exteriorização permanente, no abdome, de uma parte do intestino grosso (cólon) para eliminação de gases e fezes. Os tratamentos também ajudam a reduzir a chance de retorno da doença”, destaca o radio-oncologista Miguel Torres, presidente do Instituto de Radioterapia São Francisco. Ele explica ainda que a radioterapia pode ser empregada ainda no sentido de tratar metástases hepáticas ou pulmonares em pacientes que não possam ser operados.

Além disso, “hábitos de vida saudável, com ingestão de fibras, atividades físicas regulares, não fumar ou se expor à fumaça do cigarro são fatores que contribuem para prevenção dos tumores colorretais”, aconselha Torres.

Editorias: Saúde  Terceira idade  
Tipo: Pauta  Data Publicação:

 
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